terça-feira, 26 de maio de 2009

Rumo ao topo!


" Quanto ao coelinho branco, talvez seja melhor compará-lo com todo o universo. Nós que vivemos aqui, somos bichinhos microscópicos que vivem na base dos pêlos do coelho. Mas os filosofos tentar subir da base para a ponta dos finos pêlos, a fim de poder olhar bem dentro dos olhos do grande mágico".

O Mundo de Sófia (pág. 26)


Para conter qualquer expressão de espanto, não sou filosofa, nen sou estudante do curso de filosofia. Leio sobre, por acreditar que seja ela de grande importância em minha vida e no meu crescimento humano.

Esse trecho muito me chama a atenção e desde que li o livro, ele não mais me saiu da cabeça.


O fato de sermos comparados à "bichinhos microscópicos" muito me atraiu. Somos absurdamente pequenos, porém se nos esforçarmos à atingir o topo do pêlo, poderemos continuar muito pequenos, mas com pensamentos e certezas maiores que nós mesmos.

Não é a minha intenção querer transformar meus leitores em filósofos, mas, fazer com que eles pensem que podem chegar mais alto. No trecho acima, troque "filósofos" por "seres pensantes" e todos juntos vamos tentar subir no topo do "pêlo do coelho" e ver que as coisas não são só o que está á nossa frente, ainda há bem mais nos nossos lados e no topo do pêlo, que é de onde devemos enxergar tudo para sermos pessoas bem menos "demodê".

Encare o mundo, o universo, não se reprima.Haja como você quer que as coisas fluam. radicalize-se mais. Revolte-se mais e encare bem profundamente, olho a olho, o grande mágico.

Um comentário:

  1. Belo texto e bela comparação análoga de nós (seres pensantes) como seres microscópicos que habitam os pelos do coelho, e somos mesmo, tão pequenos que nos acomodamos em pensar, no simples hábito que deveríamos cultivar. Pensar no âmbito de questionar a nossa existência: "Quem somos hoje? Qual o nosso papel na sociedade?".
    E o grande mágico, quem seria? Seriam os "superiores" que ditam as regras de forma oculta, de forma a pensarmos que nada ocorre. E o por trás dos panos reina sempre. É importante cultivar essa consciência crítica, para sabermos quem somos e qual a essência de nós mesmos, e saber o que vivemos, e que esse por trás dos panos é mera farça do "grande mágico".

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